REUNIÃO DO CDR NESTA QUARTA-FEIRA
Entre vários outros projetos, os conselheiros terão a missão de avaliar e votar a favor ou contra o projeto que cria o Condomínio Empresarial Emílio Battistella. Trata-se de uma parceria entre Governo do Estado e Prefeitura de Lages, que adquiririam o terreno e as instalações da madeireira Battistella, na Cidade Alta, e no local criariam um Condomínio Empresarial (espécie de incubadora de empresas que se instalariam no local por determinado período - recebendo a estrutura física prontinha para operar - sem custos de aluguel).
A ESTRUTURA FÍSICA
O terreno em questão tem 165 mil metros quadrados, com área construída de 36,7 mil metros quadrados, com dois grandes blocos e vários barracões industriais, além de uma parte onde funcionava o setor administrativo da Battistella. A localização é privilegiada, com a BR-116 na frente, uma rua asfaltada ao lado (que leva até a Usina da Tractebel), além de praticamente dentro da cidade. A parceria compreenderia a aquisição do terreno e estrutura física pela Prefeitura e Governo do Estado. Para isso, seriam utilizados R$ 10 milhões do Governo do Estado, além de uma soma de recursos da própria Prefeitura (provavelmente financiamento do Badesc - numa linha de crédito especial). Por sua vez, a Battistella centralizaria a geração de ICMS de suas unidades operacionais catarinenses em Lages, até o montante investido pelo Governo de Estado e Prefeitura serem amortizados. Ou seja, o dinheiro investido agora pelo Estado e Prefeitura seria pago pela própria empresa, em diversos anos, com o incremento de ICMS em Lages. EMPREGOS E GRANDE DIFERENCIAL COMPETIVIVO PARA EMPRESAS
Com essa estrutura na mão, e com as devidas adaptações e melhorias a serem efetuadas, o município de Lages faria missões empresariais em outras cidades do Estado, do Brasil e até mesmo do exterior oferecendo a estrutura para atrair empresas para o local. Isso além de oferecer a estrutura prontinha para empresários da própria cidade que queiram se expandir ou abrir novos negócios. As empresas receberiam de graça, por determinado período (fala-se em cinco anos ou mais) o terreno, com barracão e a estrutura pronta. Seria apenas necessário entrar com as máquinas e com a mão-de-obra. Por baixo, estima-se que seria possível instalar no local de 30 a 40 novas empresas, gerando centenas de novos empregos.
TUDO NAS MÃOS DOS CONSELHEIROS
Mas para esse projeto se tornar realidade, a decisão favorável dos conselheiros da SDR, nesta quarta-feira, é fundamental.
Loreno Siega
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