O Secretário de Planejamento de Lages, engenheiro Flaubert Zanetti, disse hoje à tarde que o indeferimento do processo no. 8717/2009, do pedido de autorização para a implantação de um conjunto habitacional com 240 apartamentos em terreno de 11 mil metros quadrados, localizado na Avenida Belizário Ramos, esquina com as ruas Caça e Tiro e Henrique Waltrick, no bairro Caça e Tiro, em Lages, é definitivo. "O empresário foi avisado que o terreno era alagadiço e que não se prestava para esse tipo de construção", falou Zanetti. "Inclusive houveram alagamentos naquela região bem anteriores à última enchente. Seria uma irresponsabilidade muito grande permitir construções naquele local", acrescentou.
(A primeira matéria a respeito foi postada hoje pela manhã neste blog - leia mais abaixo).
EMPRESÁRIO CONTESTA
(A primeira matéria a respeito foi postada hoje pela manhã neste blog - leia mais abaixo).
EMPRESÁRIO CONTESTA
O empresário em questão - Edson Arlindo da Costa - Diretor Administrativo da empresa Pioneira da Costa Construção e Incorporação - com sede em Florianópolis, contesta: "Antes de adquirir a área em questão fizemos uma consulta de viabilidade do empreendimento junto à Seplan, que foi respondida por uma arquiteta daquele órgão e que permitia o empreendimento. Esse documento é datado de 18 de agosto deste ano", explicou. Depois disso, em setembro, aconteceram as enchentes. E eles mandaram um ofício alegando que o terreno em questão era alagadiço e que o projeto seria indeferido. Entramos com pedido de reconsideração, inclusive sugerindo aterramento e mudança da entrada do conjunto habitacional para uma rua lateral, que não alagou. Novamente indeferiram o pedido", explicou.
PREJUÍZOS...
O empresário alega prejuízos financeiros com a questão, além de desgaste emocional. "O terreno em questão teve um custo expressivo (ele não quiz informar o preço). A pedido da própria prefeitura, no primeiro documento, contratamos empresa especializada para elaborar projeto de tratamento de efluentes e de coleta e destinação dos resíduos da construção civil", informou. "A verdade é que o mesmo órgão da prefeitura autorizou e depois indeferiu o empreendimento. Eu nunca vi isso em lugar nenhum do Brasil", reiterou.
Loreno Siega
bom, o filho do Zanetti é genro do osvaldo parizotto, será que o embargo foi coincidencia?? ou jogo de interesse. será que a cepar não quer construir um conjunto desses?? e a construtora de fora atrapalharia os planos??? bem Loreno vc é inteligente, é só unir os pontos!!!
ResponderExcluiré normal os vereadores e prefeitura nao darem valor as empresas de Lages. mas é dificil nao darem apoio as empresas de fora alguma coisa deve ter por tras disso. pois até a sede dos vereadores eleitos por pessoas de Lages contratou empresa de fora para construir a sede
ResponderExcluirEm Lages, falta investimento e empreendedorismo. E quando o investimento vem de fora, barram os trabalhos. Essa é a cara das nossas autoridades. É o caminho da decadência.
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