Por enquanto a equipe está escolhendo as peças e os lugares que ficarão expostas e de acordo com Alceu Luis Reche, dono do museu, os locais ainda não foram definidos. “Uma comissão está sendo formada para levar as peças aos locais de exposição, mas nada foi definido ainda”, explica.
O museu Reche existe há pouco mais de 10 anos, é um acervo pessoal de Alceu que começou por acaso com apenas três peças. “No início estas peças eram apenas para decorar a lanchonete, logo os clientes começaram a trazer outras peças e acervo foi aumentando”, conta.
Hoje o museu conta com mais de cinco mil peças de todos os gêneros que vão desde moedas do século XVIII até armamentos usados na II Guerra Mundial. A variedade de artigos é enorme, mas o que chama a atenção é a quantidade de rádios e aparelhos de comunicação. “O museu tem mais de 300 rádios de todos os tamanhos e todos eles funcionam”, garante Alceu.
O Museu Reche não possui fins lucrativos, por isso sempre está aberto para visitações e sobrevive sem nenhum inventivo do poder público. “O mais interessante é trazer as pessoas para o museu para que elas vejam a história muito além do que se vê nos livros, aqui podem tocar nas peças e ver como funcionavam”, diz.
Alceu ainda conta que o museu já chegou a receber mais de duas mil pessoas num único mês. Ao entrar no museu uma verdadeira viagem no tempo acontece e cada peça conta um pouco da história de Lages e também do Brasil.
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