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terça-feira, 17 de abril de 2012

Produtores ainda têm dúvidas quanto ao Programa Juro Zero

A partir de reivindicação dopróprio setor nasceu o Programa Juro Zero, do Governo do Estado, visandoestimular o crescimento da atividade. O problema é que o projeto até agora,apesar dos esforços, não atingiu o esperado na busca dos financiamentos juntoao Banco do Brasil. Para tentar esclarecer todas as dúvidas existentes sobre oPrograma, a Associação Rural de Lages promoveu uma reunião, na manhã destaterça-feira (17), entre diretores do próprio Banco, produtores e técnicos daEpagri e particulares.
Como a linha de crédito encerra no dia 31 de maio eo Banco do Brasil tem pouco menos de 45 dias para promover as operações, otempo passou a ser um dos mais sérios entraves para que sejam superadas todasas etapas burocráticas para elaboração do projeto, segundo explicou o gerentede Agronegócio do banco em Santa Catarina, Marcelo Canto. “Nossa intenção éorientar os produtores interessados e ajuda-los na superação da burocracia, queé normal em qualquer operação de crédito, especificamente nessa linha que ébastante atrativa”, salienta.
Ainda conforme o representante do Banco do Brasilexiste à disposição dos produtores R$ 850 milhões. No entanto, apenas R$ 15milhões foram utilizados, e, desse montante, R$ 14 milhões foram empregadosfora da agropecuária. “Santa Catarina é o único Estado que tem o bônus do jurozero, e a limitação do prazo para a montagem do projeto técnico, mais a emissãodos documentos, sem contar as demais etapas na formulação do cadastro, se tornauma séria preocupação para quem ainda pretende se utilizar do benefícioconcedido pelo Governo”, reforça Marcelo Canto.

Poder Público precisa ser parceiro

Por outro lado, os produtores levantaram outrasquestões que precisam ser superadas, além da burocracia do projeto. Segundoeles, é preciso que o Poder Público seja igual parceiro no apoio estrutural dointerior, conservando estradas e pontes, garantindo o direito de ir vir,especialmente no escoamento da produção, além de garantir energia, telefone einternet. “Não adianta investirmos na propriedade se depois não temos condiçõesde circular com nossos produtos. Até mesmo nossos empregados têm dificuldadesem mandar um filho para a escola”, exemplificaram.
Outro problema trata da Averbação Legal, que porhora não está sendo exigida devido à espera da aprovação do novo CódigoFlorestal Brasileiro. Mas o georreferenciamento se faz necessário. Por fim, umnovo entrave acabou abrindo uma polêmica: a da queima de campo. Ou seja, quemefetua a queima está impedido de pleitear recursos pelo projeto juro zero, e,como a maioria dos produtores rurais da região faz o procedimento da queima, a questãopassou a merecer atenção especial e emergencial. “Independente dos problemascolocados, aconselho a todos procurarem o Bando do Brasil ou a Epagri paraexaminar caso a caso, mas não perderem a oportunidade dessa assistênciafinanceira à nossa classe”, ressaltou o presidente da Associação Rural, MárcioPamplona.Mais informações: Associação Rural – Fone: 3225 3802

Fonte: Assessoria de Imprensa SRL

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