A pedido de Carmen Zanotto, Fórum Parlamentar Catarinense se reúne com Secretária de Vigilância da Saúde do MS e pede antecipação de calendário vacinal para os estados do sul
Brasília-DF - O Ministério da Saúde (MS) apresentou dados detalhados sobre o perfil das vítimas fatais da chamada gripe A, causada pelo vírus H1N1, no estado de Santa Catarina. O estado, segundo o último relatório da Vigilância Epidemiológica do Estado (Dive), contabiliza 600 casos confirmados de contaminação por H1N1 e 47 óbitos em decorrência da doença. A divulgação do estudo aconteceu em audiência do Fórum Parlamentar Catarinense com a secretária de vigilância do Ministério da Saúde, Sônia Brito, nesta quarta-feira (11), em Brasília.
Os dados revelam que o intervalo entre os primeiros sintomas e o início do tratamento medicamentoso tem sido, em média, três vezes maior que o prazo recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 48 horas. A secretária explicou que a vacinação deve ser apenas um dos instrumentos no conjunto de ações preventivas contra a doença, entre elas a medicação e internação em tempo hábil. A deputada federal Carmen Zanotto (PPS), ex-secretária de estado da Saúde, ressaltou a importância da elaboração de campanhas educativas, tanto para a chamada "etiqueta da gripe" quanto para esclarecer sobre a importância do início do tratamento medicamentoso em tempo hábil. Para Carmen, o ministério da Saúde também precisa considerar a ampliação do alcance da vacinação. "Sobretudo entre crianças de 0 a 6 anos, mas também avançar nos demais grupos etários", destacou.
“A população precisa ser orientada sobre a importância da prática da ‘etiqueta da gripe’, que é a utilização de lenços para conter os espirros, do álcool em gel para assepsia das mãos, entre outras medidas. Para isso, campanhas educativas são fundamentais”, disse Carmen.
A deputada também alertou para a necessidade da antecipação das campanhas de vacinação nos estados do sul, devido ao inverno mais longo e severo. A extensão desta antecipação esbarra, porém, em um empecilho técnico. De acordo com o diretor Departamento de Vigilância Epidemiológica do ministério, Claudio Maierovitch, as vacinas só podem ser produzidas pelos laboratórios, após autorização da OMS que determina qual variação do vírus será utilizada para a produção das vacinas. Esta definição é baseada no ciclo do vírus do ano anterior.
“Ou seja, é preciso esperar a identificação do vírus que circula hoje para que sua produção seja liberada pela OMS. Esta regra internacional é o que delimita nossa capacidade de antecipação. No ano passado, esta definição foi divulgada em setembro”, justificou.
Também participaram da audiência os deputados Décio Lima (PT), coordenador do Fórum; Ronaldo Benedet (PMDB); Celso Maldaner (PMDB) e Luci Choinack (PT). Além do deputado federal pelo Rio Grande do Sul, Luis Carlos Heinze (PP).
Os dados revelam que o intervalo entre os primeiros sintomas e o início do tratamento medicamentoso tem sido, em média, três vezes maior que o prazo recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 48 horas. A secretária explicou que a vacinação deve ser apenas um dos instrumentos no conjunto de ações preventivas contra a doença, entre elas a medicação e internação em tempo hábil. A deputada federal Carmen Zanotto (PPS), ex-secretária de estado da Saúde, ressaltou a importância da elaboração de campanhas educativas, tanto para a chamada "etiqueta da gripe" quanto para esclarecer sobre a importância do início do tratamento medicamentoso em tempo hábil. Para Carmen, o ministério da Saúde também precisa considerar a ampliação do alcance da vacinação. "Sobretudo entre crianças de 0 a 6 anos, mas também avançar nos demais grupos etários", destacou.
“A população precisa ser orientada sobre a importância da prática da ‘etiqueta da gripe’, que é a utilização de lenços para conter os espirros, do álcool em gel para assepsia das mãos, entre outras medidas. Para isso, campanhas educativas são fundamentais”, disse Carmen.
A deputada também alertou para a necessidade da antecipação das campanhas de vacinação nos estados do sul, devido ao inverno mais longo e severo. A extensão desta antecipação esbarra, porém, em um empecilho técnico. De acordo com o diretor Departamento de Vigilância Epidemiológica do ministério, Claudio Maierovitch, as vacinas só podem ser produzidas pelos laboratórios, após autorização da OMS que determina qual variação do vírus será utilizada para a produção das vacinas. Esta definição é baseada no ciclo do vírus do ano anterior.
“Ou seja, é preciso esperar a identificação do vírus que circula hoje para que sua produção seja liberada pela OMS. Esta regra internacional é o que delimita nossa capacidade de antecipação. No ano passado, esta definição foi divulgada em setembro”, justificou.
Também participaram da audiência os deputados Décio Lima (PT), coordenador do Fórum; Ronaldo Benedet (PMDB); Celso Maldaner (PMDB) e Luci Choinack (PT). Além do deputado federal pelo Rio Grande do Sul, Luis Carlos Heinze (PP).
Renato Nunes
Assessoria de Comunicação
Deputada federal Carmen Zanotto
Assessoria de Comunicação
Deputada federal Carmen Zanotto
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