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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Elizeu Mattos toma pé da real situação da Duque de Caxias

Iniciadas em junho do ano passado, as obras de revitalização da avenida Duque de Caxias se arrastam e causam transtornos à população por falta de projetos complementares. Para conhecer a real situação, o prefeito Elizeu Mattos se reuniu com engenheiros da empresa Viapav, vencedora da licitação, e fez uma vistoria in loco nesta sexta-feira (11). Ele foi acompanhado pelo secretário de Obras, Joel Netto Monn, e o de Planejamento, Jorge Pias Raineski.
Segundo Monn, além da falta de área para estacionamento ao longo da avenida, há outros problemas. “Não encontramos projetos referentes a rede elétrica, sistema de saneamento básico, entre outros”, informou. Diante do quadro exposto, Elizeu Mattos determinou que se unam esforços para buscar as soluções o mais rápido possível e se conclua a obra rapidamente, pondo fim aos transtornos verificados.
Pelo projeto hoje em execução, os postes da rede elétrica vão ficar no meio do asfalto. “Esta é mais uma prova de que as coisas eram feitas sem qualquer planejamento”, reclamou o prefeito. Para solucionar a questão da rede elétrica, a Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) já foi acionada e a rede passará a ser subterrânea, com iluminação central. A administração municipal já contatou a Celesc e foi informada de que será possível passar a rede de alta tensão para as ruas paralelas a Duque de Caxias, de maneira que na avenida fique apenas a de baixa tensão, diminuindo assim os custos de implantação deste sistema.
Elizeu avaliou que o caminho que está sendo seguido é o mais viável e o menos traumático para minimizar os problemas atuais e futuros, frutos da falta de planejamento inicial. Ele ressaltou ainda que os moradores e comerciantes ao longo da via terão de participar deste processo. “Estamos nos esforçando ao máximo para agilizar o processo. Inicialmente até casas teriam que ser derrubadas, mas da forma que estamos encaminhando as soluções, no máximo alguns muros terão de ser recuados. É um pequeno sacrifício dos moradores em prol de um bem maior”,comentou.
Com relação a falta de estacionamento, ficou decidido que a terceira faixa de cada lado da avenida será utilizada para esta finalidade. Agora se estuda o tipo de pavimentação a ser usada nesta faixa, se será asfalto ou paver (lajotas). “O uso do paver facilitará no futuro, uma vez que não existe projeto da rede de captação de esgoto e se usarmos o asfalto, o trabalho será maior para implantar o esgoto”, esclareu o secretário de Planejamento, Jorge Raineski. A obra é financiada pela Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc).

crédito foto: Nilton Wolff

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