A empresa Melchioretto Engenharia e Construções venceu a licitação e irá executar a construção do Conjunto Habitacional, no bairro Várzea, que irá abrigar as cerca de 200 famílias realocadas das margens da avenida
Corpo técnico da obra de construção da avenida Ponte Grande encontraram-se para mais uma reunião de ponto controle nesta quarta-feira (23), capitaneados pelo secretário do Planejamento, Jorge Raineski. Os encontros têm como objetivo levantar e analisar todas as pendências e situações já encaminhadas para que a obra tenha andamento. Algumas frentes de trabalhos tiveram prioridade, como é o caso da implantação dos emissários da rede de esgoto que passa pela rua Cirilo Vieira Ramos, a pedido do prefeito Elizeu Mattos, que pretende liberar a via para o tráfego até o final do ano após a revitalização da mesma.
O projeto de construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), no bairro Caça e Tiro, está em fase de adequações para que em breve seja executado. A princípio foi iniciado o rebaixamento do terreno que fica próximo ao canteiro de obras da avenida. Está em processo de negociação, pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, a realocação de empresas de pequeno porte localizadas no Trecho 4, nas imediações dos bairros Várzea e Popular. O processo precisa ser concluído para que a empresa Sulcatarinense, responsável pela execução da Ponte Grande, abra outras frentes de trabalho.
Famílias são encaminhadas para aluguel social
Além das empresas, há famílias que precisam ser realocadas imediatamente para que o Trecho 4 seja liberado para a Sulcatarinense atuar. Diante da urgência da remoção, uma alternativa apresentada pela Secretaria de Habitação é construir casas provisórias em um terreno próximo onde será implantado o Conjunto Habitacional definitivo, no bairro Várzea.
As casas serão construídas pela própria prefeitura. “Já foi encaminhado pela Secretaria Municipal de Águas e Saneamento (Semasa) a distribuição da rede de água potável e em seguida será feita a rede coletora de esgoto. Em breve poderemos acomodar as cerca de 23 famílias que precisam ser retiradas das margens da avenida”, afirma o secretário de Habitação, Ivan Magaldi Júnior.
A empresa Melchioretto Engenharia e Construções venceu a licitação e irá executar a construção do Conjunto Habitacional. De acordo com um de seus representantes, o projeto está em fase de conclusão e a meta é assinar contrato com a Caixa Econômica ainda este ano para imediatamente iniciar a construção. Tem famílias que preferem o aluguel social, pago pela prefeitura, no valor de R$ 444,67, a mudar-se para as casas provisórias, considerando que estas serão as primeiras a serem contempladas com nova residência no Conjunto Habitacional.
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