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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Semasa adere ao Projeto Lixo Orgânico Zero

O procedimento é a colocação do mesmo – cascas e restos de verduras e frutas, borra de café, erva de chimarrão – num canteiro ou jardineira e cobrir com grama cortada ou serragem, em camadas, atingindo no mínimo 12 centímetros de altura 
Funcionários da Secretaria Municipal de Águas e Saneamento (Semasa) participaram na tarde desta terça-feira (11) de um encontro com os responsáveis pelo Projeto Lixo Orgânico Zero, desenvolvido pelo Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) e Serviço Social do Comércio (Sesc), com apoio do Ministério Público e Frente Parlamentar pelo Meio Ambiente. Consiste na orientação e incentivo à implantação da Minicompostagem Ecológica para redução do lixo orgânico.
O coordenador Germano Güttler informou que aproximadamente 65 instituições (destas, 45 escolas) aderiram e que há na cidade 500 pontos com esse sistema de minicompostagem. A meta é tirar o detrito orgânico do circuito do lixo e destruí-lo no máximo a 30 ou 40 metros de distância de onde é produzido. “Já tiramos desse circuito aproximadamente uma tonelada por dia”, explica.

Quanto Lages produz

A pedagoga Silvia Oliveira lembra que Lages produz em torno de 80 toneladas de lixo por dia; 50% desse material é orgânico. “As pessoas precisam ser responsáveis pelo que produzem, tomar consciência e dar tratamento diferenciado ao lixo; ter uma atitude ativa e ecológica; aproveitar os espaços para que o lixo orgânico nunca mais seja posto na frente da casa a espera do caminhão do lixo”, adverte.
O procedimento é a colocação do lixo orgânico – cascas e restos de verduras e frutas, borra de café, erva de chimarrão – num canteiro ou jardineira e cobrir com grama cortada ou serragem, em camadas, atingindo no mínimo 12 centímetros de altura. Depois de 30 dias, plantar hortaliças ou flores. O lixo orgânico terá se transformado em adubo para as plantas.

Experiência será levada ao Araucária
 
O diretor de saneamento da Semasa, Vilson Rodrigues, aprovou o projeto, incentivando e sensibilizando os funcionários para aderirem à proposta, responsabilizando-se pela minicomposteira. “A ideia é que cada um de nós seja um disseminador de boas ideias. Levaremos essa experiência ao bairro Araucária e adjacências, onde ocorre a implantação do Complexo Araucária”, informa. Ele ressalta que o saneamento engloba a educação sanitária. As obras financiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal preveem recursos para acompanhamento social que poderão auxiliar no trabalho de conscientização.

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