Consultoria realizada por técnicos do Senai, tem por objetivo aumentar a competitividade e produtividade das principais cadeias produtivas de Santa Catarina, qualificando desde as suas gestões internas até as redes de fornecedores
O Programa de Encadeamento Produtivo para a Competitividade, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC, coordenado pelo Instituto Euvaldo Lodi – IEL e executado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI teve início em 2008 e tem como principal objetivo aumentar a competitividade das indústrias, buscando melhorias nos seus processos produtivos, usando a mão-de-obra disponível.
Na região serrana o programa vem sendo aplicado em empresas do setor madeireiro, com o apoio e participação do Sindimadeira. O Programa é dividido por ciclos que duram em média dois anos. Neste período, consultores do Senai desenvolvem dentro das indústrias ações que visam otimizar os investimentos, promovendo o aumento da produtividade e a conseqüente melhoria do produto final.
“Se fala muito na qualificação de mão-de-obra na região, questão esta, inegavelmente necessária, contudo, há que se pensar em adotar medidas que busquem também qualificar a gestão das empresas, adequando-a a realidade e às necessidades cada vez mais exigentes do mercado”, explica Renato Zaions, Consultor Técnico do IEL. “Em 2012 contávamos com quatro empresas; hoje temos onze empresas que estão completamente envolvidas e comprometidas com o Programa”, constata o Presidente do Sindimadeira, José César Feldhaus.
O Programa de Encadeamento Produtivo pode gerar uma série de benefícios. Grandes empresas, garantidas pela maior competitividade do fornecedor, se beneficiam de melhores preços, flexibilidade e agilidade, também há a redução com custos gerados pela logística, a racionalização de investimentos e ainda o aumento do potencial para a inovação.
Segundo o Vice-Presidente Regional da FIESC, Israel José Marcon, tal iniciativa deve colocar as empresas que participam do Programa em destaque no mercado nacional; “O mais importante disso tudo, é que entre as empresas participantes não existe o espírito de concorrência, pelo contrário, o grupo é tão fortalecido que troca experiências entre si, buscando juntos o crescimento e pensando principalmente no desenvolvimento do setor”, enfatiza.
Foto: Arquivo FIESC
Texto: Flavia Mota - Catarinas Assessoria em Comunicação
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