A Praça João Costa (Calçadão) ganhou tons de rosa no sábado, 25 de outubro, durante a ação de conscientização sobre o Câncer de Mama que a Le Santé Centro Avançado em Oncologia promoveu com a RBS TV Centro-Oeste e demais realizadores.
Além de receber balões, panfletos contendo orientações sobre a doença e laços símbolo do Outubro Rosa, quem esteve no evento pode conhecer um pouco de histórias de pacientes que estão começando ou encerrando o tratamento do câncer de mama. Uma delas é Samira Omizzolo de Oliveira, que tem enfrentado a neoplasia com muito bom humor e disposição. “Vou fazer a penúltima quimioterapia, mas nunca deixei de fazer as minhas coisas, dar as minhas voltas, sair de casa”, conta.
Estar na Praça, próximo das pessoas, é uma forma de fazer com que a população entenda o quanto é importante prevenir-se contra o câncer, observa o médico mastologista da Le Santé, Fernando Vequi Martins. “É uma maneira de nos aproximar e levar informação com qualidade para que no mês de outubro as pessoas parem e reflitam sobre a importância da prevenção contra o câncer de mama”, acrescenta.
A pouca preocupação com a prevenção e o fato de o diagnóstico ser feito geralmente quando a doença já está em estágio avançado estão entre os motivos para o país ter resultados insatisfatórios no tratamento do câncer de mama. Apenas 30% das mulheres que recebem o diagnóstico de câncer de mama e realizam tratamento cirúrgico conseguem preservar o seio. As 70% restantes precisam realizar a mastectomia, ou seja, a remoção completa da mama.
Para melhorar as estatísticas é necessário que a adesão aos métodos preventivos, como a realização de mamografia, seja maior. “Muitas pacientes ainda não realizam a prevenção mamária de maneira adequada”, alerta o médico mastologista.
Toda mulher com idade a partir de 40 anos precisa fazer uma mamografia por ano. Quando há um fator de risco, como uma mãe ou uma irmã diagnosticada com a doença, o cuidado deve ser maior. Nesses casos, a recomendação é de que a mulher comece os exames de mamografia anualmente 10 anos antes da idade em que a doença surgiu no familiar, mas nunca antes dos 25 anos.
Atenciosamente,
Diane Ziemann - Puel Assessoria de Imprensa

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