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domingo, 3 de maio de 2015

Pista limpa e quase R$ 2 milhões em negócios

O resultado da primeira etapa daquela que está sendo considerada a maior Feira do Terneiro e da Terneira de Santa Catarina, realizada neste sábado, 02, no Parque Conta Dinheiro em Lages chegou a R$ 1 milhão 935 mil em faturamento, ou seja, 15% a mais do que em 2014, arrecadado num único leilão. Todos os 144 lotes foram vendidos. Exatos 1.461 animais comercializados em pouco mais de cinco horas. Os preços médios chegaram a R$ 6,71 para os machos e R$ 6,35 para as fêmeas. “O resultado foi excelente, o que gera uma expectativa grande para a segunda etapa da Feira, no próximo dia 16 de maio, que contará novamente com de 1,5 mil animais”, afirma o presidente da Associação Rural de Lages, Márcio Pamplona.
O leilão começou por volta das 14h30min e com casa cheia. Os visitantes encontraram um ambiente diferenciado, com cadeiras, climatizado e com acústica térmica, tudo recentemente instalado. Detalhes a parte, antes da abertura, a diretoria da Associação fez a entrega ao Hospital Infantil Seara do Bem, de três aparelhos de Fototerapia, utilizado no tratamento da ancilostomíase, popularmente chamada de amarelão. A entrega foi feita ao Dr. Jorge Mussi. Os equipamentos foram comprados com o pagamento de taxas na hora da inscrição de animas para a venda, e custaram R$ 10 mil e 300.
Na costumeira fala inicial, Márcio Pamplona aproveitou a presença do secretário de Estado da Casa Civil Nelson Serpa que é também criador, e especialmente do presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Enori Barbiere, para pedir que a empresa reveja a exigência que obriga o produtor a informar os dados do animal que receberá o brinco e também o número do brinco da mãe do animal. “Isso está causando problemas generalizados tanto para os produtores quanto para a própria Cidasc”, justificou Márcio.
O dirigente também lembrou que em 2013 foram emitidas mais de 26 mil Guias de Trânsito Animal (GTA), contabilizando o comércio de quase 194 mil animais. Já em 2014, o número de guias expedido chegou a 29,5 mil, elevando as vendas para 210 mil animais. Uma elevação nos índices reais no número de animais comercializados, de quase 10%. “Portanto, os produtores seguem investindo e incrementando seus negócios. A informação a mais exigida pela Cidasc deveria ser repensada e assim diminuir a burocracia para os criadores”, pediu.

Assessoria de Imprensa

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