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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Procon pesquisa variação de preços de 32 medicamentos

Entre os produtos-alvo do trabalho estão acetato de dexametasona, albendazol e paracetamol
Iniciou na tarde desta segunda-feira (17) a pesquisa comparativa de preços de 32 tipos de medicamentos pelo Programa de Defesa do Consumidor (Procon). Serão apontadas informações como nome da empresa farmacêutica, tipo de medicamento, apresentação (miligramas e gramas de comprimido ou cápsula, peso ou unidades), denominação (genérico, similar ou original), laboratório e preço. Entre os produtos-alvo do trabalho estão acetato de dexametasona, albendazol e paracetamol.
A tabela é formada pelos remédios considerados, na avaliação do Procon, como os mais utilizados pela população de Lages. A verificação de valores está sendo desempenhada pelo diretor de Atendimento, Juarez Pereira da Silva Filho. Ele diz que está prevista a visitação a no mínimo 15 farmácias entre grandes redes estaduais e nacionais e outras menores no Centro, bairro Coral, das áreas Sul e Norte. O trabalho deverá ser executado em no máximo três dias.
Não será alvo da pesquisa desconto oferecido pelo governo federal e Sistema Único de Saúde (SUS), concedidos em até 90% junto às unidades da Farmácia Popular do Brasil e com gratuidade para pessoas vítimas de asma, hipertensão e diabetes. “Em virtude da guerra de preços imposta pelas grandes redes, notamos que havia diferença de até 60%. Existem cartões que são feitos diretamente com distribuidoras/fábricas para se obter descontos a serem repassados para o consumidor. Há farmácias que fazem cartão para o cliente e cada uma delimita a forma e o percentual”, informa o coordenador do Procon, Carlos Roberto de Sousa.
Baixos índices: O Procon de Lages presta atendimento a 2.500 a três mil pessoas, em média, mensalmente. Os índices reclamatórios relacionados a preços de medicamentos são baixos. Os serviços e produtos de telefonia e televisão, seguidos pelas taxas de juros praticados em empréstimos consignados por agências bancárias e o comércio em geral lideram o ranking. “Será especificado o genérico do de marca, cada item no seu contexto, pois o genérico é livre de alguns impostos”, complementa Juarez. Futuramente, de acordo com ele, poderá ser realizada uma pesquisa de preços de perfumaria, cosmetologia e higiene pessoal nas farmácias.

(Foto: Nilton Wolff)

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