Produtores de maçã de Santa Catarina e deputados da Frente Parlamentar de Agropecuária e da Comissão de Agricultura da Câmara Federal vão atuar juntos para evitar que o Brasil importe maçãs da China.
A decisão foi tomada anteontem, em Brasília, onde pomicultores catarinenses, especialmente da Serra, apresentaram os problemas de mercado e fitossanitários decorrentes desta importação.
Agora, lideranças tentarão convencer o Ministério da Agricultura a não realizar a compra na China sem critérios rígidos. Uma missão do ministério tem viagem agendada a países do oriente, onde negociará um pacote comercial, e os chineses definiram a exportação de maçã para o Brasil como ponto prioritário.
Santa Catarina e Rio Grande do Sul concentram 95% da produção brasileira de maçã, de aproximadamente 1,3 milhão de toneladas/ano. Os produtores não brigam por reserva de mercado, mas exigem que uma possível importação seja feita dentro das regras do livre comércio mundial.
A restrição se dá porque a China concede altos subsídios a seus produtores agrícolas (US$ 292,6 bi), e isso faria com que o preço da maçã, daquele país, seja menos que o custo de produção no Estado. O outro problema é fitossanitário. No Brasil, a praga Cydia pomonella está erradicada há um ano e meio, e os chineses ainda não conseguiram se livrar do problema.
Correio Lageano

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