A programação do Outubro Rosa está atraindo olhares e interesses das mulheres. Na manhã desta quarta-feira (7) estacionou em pleno calçadão da praça João Costa um caminhãozinho itinerante com furgão rosa com o letreiro: “Viva Linda com O Boticário”. As cores e uma das maiores marcas mundiais em perfumaria e cosméticos provocaram a curiosidade feminina. Elas puderam se cadastrar para receber bônus e retirar brindes nas lojas da marca e manifestar interesse em se tornarem revendedoras. No Brasil são seis caminhões itinerantes. O que está em Lages está rodando há 80 dias pela região Sul.
A presença do veículo, vindo de Porto Alegre (RS), compõe a série de eventos promovidos pela Secretaria de Saúde, através do Centro de Estudo e Assistência à Saúde da Mulher (Ceasm), em parceria com entidades, empresas e projetos de Lages como a Associação de Assistência Social, Trabalho e Cidadania (Samt), Clínica Le Santé, Serviço Social do Comércio (Sesc), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Projeto Alô, Elô.
Durante a maioria dos dias de outubro o Ceasm irá proferir palestras, orientações, distribuição de materiais impressos de conscientização e prevenção ao tema principal do Outubro Rosa: a periodicidade do exame de mamografia e descoberta do diagnóstico precoce do câncer de mama, elevando para até 95% as chances de êxito no tratamento de quimo e radioterapia, e consequentemente, a cura.
Em Lages, um dos ícones da luta contra o câncer de mama trata-se de Eloilse Oliveira, a Elô, colaboradora da Vara da Fazenda, que emprestou seu nome a um projeto que leva orientações e lições de vida para grupos de mulheres. Ela mesma percorre os locais com seus relatos, encampa e apoia iniciativas.
Entidade defensora da autonomia e independência feminina a partir da qualificação de mão de obra, a Samt esteve representada no evento pela coordenadora de projetos Luciana Lima. A Samt cultiva uma parceria com o Alô, Elô para a arrecadação de mechas de cabelo com intuito de confecção de perucas para empréstimo a mulheres em tratamento quimioterápico. As mechas são entregues para a empresa fabricante de perucas Kalli Cabelos, em Itajaí, retornando para Lages onde são cedidas gratuitamente.
(Foto: Cao Ghiorzi)
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