Pesquisar este blog

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Plano de Saneamento Básico prevê investimentos para os próximos 30 anos

Semasa planeja melhorias no tratamento de água potável e de resíduos provenientes de esgoto sanitário. O valor somará aproximadamente R$ 1 bilhão 
A comunidade do bairro Habitação e arredores acompanhou na tarde desta quinta-feira (31) o primeiro seminário de abordagem do Plano Municipal de Saneamento Básico, elaborado pela Secretaria Municipal de Águas e Saneamento (Semasa), esmiuçado pelo diretor de Águas e Saneamento, Vilson Rodrigues da Silva, o consultor e engenheiro civil Tássio Barbosa, e a consultora e engenheira ambiental Mariana Schaedler, profissional habilitada a abordar sobre a limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e drenagem da água pluvial. Segundo ela, a população de Lages, em moradias e prédios comerciais, produz 76 toneladas de resíduos ao dia.
O Plano Municipal busca cumprir determinação legal de 2007, sobre sua elaboração, somando-se às explicações dos sistemas de tratamento de água, esgotamento sanitário, limpeza de resíduos e drenagem pluvial, incluindo o histórico de cada uma dessas vertentes e os investimentos programados para aplicação em melhorias nos próximos 30 anos em Lages.
O plano de trabalho divide-se nas etapas de diagnóstico; prognóstico; programas, projetos e ações; mecanismos e procedimentos de controle, e a versão final do Plano, divulgado e discutido através de uma audiência pública, conforme Tássio. Houve espaço para o detalhamento dos sistemas das unidades territoriais urbana e dos distritos Salto Caveiras e Índios, com análise das características demográficas e planejamento.
 
Nas propostas da Semasa, gestora dos serviços desde 2003, após a transferência das atividades antes desenvolvidas pela Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), consta a ideia de formatar-se uma agência municipal reguladora, com organização de tarifas adequadas e atenção à eficiência dos serviços, continuidade, segurança, cortesia e modicidade.
Durante o rigoroso estudo foram diagnosticados os índices de perdas em relação ao volume de águas devido à ausência de hidrômetros em residências e pontos comerciais, o que está fixado atualmente em 54%. “A meta de redução será gradual até que se chegue ao percentual de 25% no décimo ano de execução”, reitera Tássio. E para conquistar-se o ganho de eficiência serão necessários setorização, recadastramentos e pesquisas de vazamento.
Outro tópico lembrado tange ao consumo residencial, pois 58% das residências em Lages consomem entre 0 e 10 metros cúbicos de água, sendo que quase a totalidade das ligações já conta com medição regular por meio de hidrômetros. “A Semasa comprou 25 mil hidrômetros que serão entregues e instalados, pois dos 45 mil instalados atualmente, 30 mil estão antigos, com prazo de validade vencido (no máximo cinco anos de funcionamento preciso). A população pode estar preparada, pois constantemente haverá a troca dos aparelhos”, alerta.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

ATENÇÃO!!! Se você não tiver uma conta no Gmail, escolha a opção NOME/URL na aba abaixo do quadro onde escreverá seu comentario. O campo "Nome" deve ser preenchido com seu nome ou apelido e o campo "URL" com o endereço de algum site ou blog que possui, se não tiver não é necessário preencher). Clique em CONTINUAR. Depois digite o seu comentário e clique em POSTAR COMENTÁRIO. Assim que recebermos o seu comentário o aceitaremos. Muito obrigada volte sempre! Equipe Expressiva