Quem desfilou: Mais uma vez, a Secretaria de Saúde fez a abertura do desfile com o bloco de profissionais que distribuiu alegria e uma mensagem importante de cuidado com a saúde, especialmente em relação às doenças sexualmente transmissíveis. A Escola de Samba Princesa Isabel entrou na avenida com o Bloco da Princesa. Mais de 150 foliões sambaram ao som da bateria da Escola Acadêmicos da Brusque. Os blocos do Beneco, Argemiro Madruga e Beiçudos se uniram numa única apresentação de muita alegria e samba no pé. Da mesma forma vieram os blocos do Manequinha e Unidos da Várzea.
Uma homenagem ao Internacional de Lages foi prestada pela Escola de Samba Unidos do Ritmo Castro Alves (Urca) com o enredo “Sonho vermelho, o despertar do Gigante”. Duas paixões nacionais fizeram do desfile da Urca uma apresentação diferente, com coreografia feita por jogadores, distribuição de bolas para o público e a presença da mascote Leão Baio.
Quem faz o carnaval: Depois de nove anos sem participar do carnaval em Lages, Aimir Terezinha de Oliveira, a dona Preta, levou para a avenida aquilo que sabe fazer de melhor, o carnaval. “Viemos com um grupo pequeno, mas que tem qualidade. Essa é uma mostra de que sempre estivemos vivos e que vamos apresentar um belo espetáculo para o público”, dizia ansiosa antes de entrar na avenida.
A pequena Rafaela Salceda chamou a atenção do público com seu desempenho na coreografia apresentada no abre-alas da Escola Sete de Setembro. O samba no pé e a destreza em entrar numa caixa de madeira no carro alegórico não foram dificuldades para a menina de 8 anos. “Foi muito legal ver as pessoas me aplaudindo. Eu amo tudo isso”, afirma.
Antes de entrar pela primeira vez na avenida, Ederson Marques Kohl, 12 anos, assistiu aos desfiles com a família de mais de dez pessoas. “Carnaval é alegria. Estou muito feliz em fazer parte da bateria da Protegidos”, conta. A mãe, Patricia Marques, sempre acompanhou o carnaval na cidade. “Gosto muito de carnaval. E sou uma incentivadora do meu filho”, diz a auxiliar de produção. A Escola protegidos de São Carlos levou muitas cores para a avenida e contou o início da história do Brasil por meio da música, coreografia, roupas e adereços.
(Foto: Sandro Scheuermann)

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