O mundo dos números, que pode apavorar muitos estudantes, sejam eles crianças, adolescentes ou adultos, com suas fórmulas, equações e geometria, esteve na pauta da terceira etapa de formação de professores do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem Urbano), na tarde deste sábado (14), na Secretaria Municipal de Educação.
O encontro trouxe expectativas aos educadores ao reforçar que o ensino da interpretação de problemas matemáticos pode acontecer de maneiras divertidas, quando o aluno entende o exercício da escrita e da leitura, e acaba levando para o próprio cotidiano o aprendizado além das quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação e divisão. Aplica, diariamente, o que assimilou. Existem cinco tipos de problemas para o aprendizado da matemática ser desdobrado: Problema do cotidiano, problema-processo, de lógica, recreativo e padrão.
Os formadores Ana Paula de Bona Sartor e Érico Paes de Campos abordaram as dificuldades e alternativas para que os estudantes do ensino fundamental do Projovem absorvam conceitos e aplicações de algoritmos (fórmulas matemáticas), gráficos, códigos, nomenclaturas, desenhos, símbolos, etc., arriscando estratégias, testando hipóteses, com raciocínio lógico, liberdade para erros e acertos, levando-se em conta os quatro eixos organizadores da matemática escolar: Números e operações, grandezas e medidas, espaço e forma, e o tratamento da informação, segundo o Programa de Formação Continuada de Professores dos Anos/Séries Iniciais do Ensino Fundamental (Pró-Letramento) - Mobilização pela Qualidade da Educação, do Ministério da Educação (MEC).
A formadora Ana Paula afirmou que decifrar as letras e números é algo fantástico para o ser humano e que se o aluno for estimulado a pensar e testar hipóteses sobre uma situação-problema não deixará inutilizáveis determinadas partes do cérebro destinadas a este fim, o que pode evitar ou amenizar manifestações de anomalias como a dislexia (dificuldades na área da escrita, leitura e soletração) e o Mal de Alzheimer.
Cada indivíduo se adapta melhor a uma determinada forma de aprendizagem, de decodificação, de entendimento. E dificuldade de adultos na aprendizagem em qualquer disciplina, neste caso em matemática, pode ser a bagagem de um método de ensino globalizado, de obstáculos já existentes em sua base de aprendizado, na infância.
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Jovens entre 18 e 29 anos que não concluíram o ensino fundamental ainda podem se matricular: Na Sec. do Trabalho e Geração de Renda (3222-8747), Sec. da Educação (3222-6555), nos Caics ou no Ponto de Leitura - no Terminal. Benefícios: Ensino fundamental e curso profissionalizante, auxílio de R$ 100,00 durante 18 meses, 50% de desconto sobre o valor da tarifa de ônibus, lanche, material didático, material escolar e sala de acolhimento para filhos entre zero e oito anos.
Texto e fotos: Daniele Mendes de Melo
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